Cresce o número de tratamentos religiosos para reverter homossexualismo. Entidades pró-gays já preparam ação para encerra-los

27 dezembro 20101comentários


A proliferação dos chamados tratamentos de “restauração sexual” que pretendem “reverter” a prática homossexual acendeu a luz de alerta no Instituto Nacional contra a Discriminação (Inadi) da Argentina, o único país latino-americano que reconhece o casamento igualitário.

As oficinas e cursos de capacitação sobre orientação sexual despertaram uma “preocupação” em algumas organizações sociais argentinas que estudam empreender ações legais por considerar seu conteúdo “discriminatório”.

No meio da polêmica, Analia Mas, diretora da área jurídica do Instituto Nacional contra a Discriminação, a Xenofobia e o Racismo (Inadi), lembra que o objetivo de “curar o homossexual” viola o primeiro artigo da Lei contra a Discriminação.

O chamado Ministério de Restauração Sexual da Igreja da Cidade oferece cursos de educação sexual em nível básico e avançado.

“É uma educação sexual integral, emocional e espiritual com valores religiosos e princípios de vida básicos”, explica à Agência Efe, Adriana Sanz, capacitadora do centro que oferece cursos em diferentes pontos do país.

Sanz afirma que os homossexuais representam uma “porcentagem grande” que vão à instituição para superar “problemas sexuais”.

“Se alguém sente que a homossexualidade é problema, lhe causando dor, damos recomendações e múltiplas soluções para mudar”, afirma a professora.

“A homossexualidade não é uma doença, é um desvio sexual. Se ‘aprendemos’ a função sexual, então podemos corrigir todos os desvios”, declarou Sanz em seu site.

Outro grande centro de restauração sexual na Argentina é a Fundação Pró Integração e Saúde Sexual, que organiza cursos e tratamentos em Buenos Aires para pessoas “em conflito com sua sexualidade”, afirmou Magali Luengas, psicóloga da instituição, à Agência Efe.

A maioria de seus clientes tem entre 18 e 30 anos e vão à entidade para tratar, entre outros assuntos, uma “orientação homossexual que consideram prejudicial para eles mesmos”.

Segundo Esteban Paulón, presidente da Federação Argentina de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (FALGBT), a maioria das pessoas que procuram estes tratamentos são adolescentes conduzidos por seus pais.

A Argentina se tornou o primeiro país latino-americano a aprovar uma reforma legal que permite a união entre pessoas do mesmo sexo.
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Anônimo
22 de janeiro de 2011 21:47

E DESDE QUANDO JOVENS HOMOSSEXUAIS PODEM SER USADOS COMO COBAIAS HUMANAS.RÍDICULO,A HOMOSSEXUALIDADE ASSIM COMO A HETEROSSEXUALIDADE OU BISSEXUALIDADE NÃO PODE SER REVERTIDA VISTO QUE ALGO PERTINENTE A CADA PESSOA.ELES PODEM FICAR ABSTINENTES E NÃO CURADOS CONTUDO EU ACHO QUE ISSO NÃO É BENÉFICO PARA PESSOA.HOMOSSEXUALIDADE NÃO É DESVIO NEM É TRANSTORNO A PRÓPRIA MEDICINA DIZ ISSO E A PSICOLOGIA TAMBÉM.É UMA EXPRESSÃO DA REALIDADE NEUROBIOFISIOLÓGICA E GENETICA DO INDÍVÍDUO NÃO É CRIME SE PRATICADA ENTRE ADULTOS. MAIORES DE IDADE PRATICANDO COM MENORES AÍ SIM É CRIME MAS ENTRE OS ADOLESCENTES TAMBÉM NÃO HÁ MAL ALGUM.HOMOSSEXUALIDADE NÃO É UMA MONSTRUOSIDADE NÃO.

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