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Os seres humanos realmente têm um livre arbítrio?


Se “livre arbítrio” pode significar que Deus deu aos humanos a oportunidade de fazer escolhas que realmente afetam o seu destino, então sim, seres humanos têm um livre arbítrio. O status do pecado no mundo é diretamente associado com escolhas que Adão e Eva fizeram. Todas as narrativas da Queda da humanidade indicam que o pecado foi o resultado da uma escolha errada. Daquele ponto em diante, os indivíduos tiveram a oportunidade de escolher a seguir a Deus e de experimentar das consequências de quando não fazem essa escolha.

Ao examinarmos como Deus escolheu Abraão e seus descendentes, é claro que tiveram que prestar contas a Deus por suas escolhas. No Velho Testamento, as pessoas que não faziam parte da nação escolhida (Israel) puderam escolher a acreditar e seguir a Deus, por exemplo: gentios que fizeram parte do Êxodo com os israelitas, Rute e Raabe. Portanto, Aquele que escolhe (elege) também permite que indivíduos escolham. O livro de Romanos é famoso por sua explicação de salvação e da soberania de Deus. Ele usa palavras como “escolheu”, “predestinou”, “eleitos”, etc., e ao mesmo tempo deixa claro que essas pessoas têm que prestar contas a Deus se não fizerem essa decisão.

Na seção onde Romanos discute a depravidade pecaminosa dos humanos, Deus claramente afirma que aqueles que não são salvos não têm nenhuma desculpa, nenhuma “defesa”. Isso é afirmado quando consideramos a rejeição da doutrina da Revelação Geral, a qual mostra a existência de Deus através de Sua criação (Romanos 1:20-21).

Em outras passagens aprendemos que: (1) Indivíduos têm que escolher a acreditar (João 3:16; Romanos 10:11; etc). (2) Indivíduos têm a escolha de serem tolos ou sábios (Mateus 7:26). (3) As Escrituras são dadas para providenciar instrução para salvação – a qual obviamente pode ser escolhida ou rejeitada (2 Timóteo 3:15; João 20:30-31). (4) Jesus estabeleceu a escolha à obediência como um sinal de nosso amor por Ele (João 14:21).


É da vontade de Deus que ninguém pereça (2 Pedro 3:9), portanto, deve ser a escolha desse indivíduo que o separa de Deus. Deus diz que ceifaremos o que semearmos – podemos escolher a semear e ceifar diferentemente (Gálatas 6:7-8).

A grande quantidade de diretrizes dadas por Deus deixam bem claro que os ouvintes podem escolher a obedecer ou desobedecer. Aparenta ser lógico que Deus vai querer que prestemos contas a Ele se realmente temos a opção de escolher. Portanto, um Deus justo não iria declarar sua expectativas daqueles que não são livres para escolher. Seria então injusto que Deus punisse aqueles que não tiveram nenhuma escolha de suas ações. Deus, em Sua soberania absoluta, criou a raça humana com a habilidade de fazer escolhas genuínas e livres.
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