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Duas palavras bastam!


“Socorro, Senhor!” (Sl 12.1)

A oração em si é extraordinária, pois é curta, mas propícia, judiciosa e sugestiva. Davi lamentou a escassez de homens fies, e por isso ergueu seu coração em súplica – quando a criatura pecou, ela fugiu do Criador. Ele sentia evidentemente sua própria fraqueza, ou não teria clamado por socorro; mas, ao mesmo tempo, intentou honestamente empenhar-se pela causa da verdade, pois a palavra “socorro” é inaplicável onde nós mesmos nada fazemos.

Há muito de retidão, clareza de percepção e distinção de elocução em sua súplica de duas palavras; muito mais, certamente, do que as efusões desconexas de certos professos. O salmista vai diretamente a seu Deus, com a oração bem ponderada; ele sabe o que está procurando e onde encontrá-lo. Senhor, ensina-nos a orar da mesma bendita maneira.

As ocasiões para o uso desta oração são freqüentes. Nas aflições providenciais, quão adequada é ela para os crentes provados quando falham seus ajudadores. Estudantes, em dificuldades doutrinais, podem muitas vezes conseguir ajuda ao erguer este clamor: “Socorro, Senhor” ao Espírito Santo, o grande Ensinador.

Os guerreiros espirituais em conflitos íntimos podem buscar reforços no trono, e este será o modelo para sua petição. Obreiros no labor celestial podem obter graça em tempo de necessidade. Os pecadores questionadores, em dúvidas e sobressaltos, podem elevar a mesma súplica angustiante; na verdade, em todos estes casos, tempos e lugares, isto transformará as circunstâncias das almas necessitadas. “Socorro, Senhor” ajusta-se a muitas situações, como morte, sofrimento, trabalho, regozijo ou pesar. Nele, nosso socorro é encontrado; não seja descuidado em clamar a Ele.


A resposta à oração é certa, se for sinceramente oferecida por intermédio de Jesus. O caráter do Senhor assegura-nos que Ele não deixará seu povo; sua relação como Pai e Esposo garante-nos sua ajuda; sua dádiva em Jesus é um penhor de toda coisa boa; e sua firme promessa permanece – “NÃO TEMAS, EU TE AJUDAREI.”


Charles Haddon / Blog do Lucas 

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Um comentário

  1. Líderes evangélicos partem divididos para ano eleitoral

    Um dos setores mais cobiçados pelos políticos no período eleitoral é o evangélico. Com grande representatividade, esse eleitorado pode desiquilibrar uma eleição. Em Natal, os três líderes maior do grupo iniciam o ano eleitoral divididos.

    O deputado estadual Antônio Jácome (PMN) está alinhado ao projeto político que será apoiado pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM). O vereador Adenúbio Melo (PSB) é adepto da pré-candidatura da ex-governadora Wilma de Faria (PSB). Correndo por foram, o vereador Albert Dickson (PP) se coloca como pré-candidatos.

    Durante as eleições, haverá pregação para todos os lados. A corrida pelos votos dos evangélicos será um capítulo a parte na disputa.

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